Literatura

Resenha: “O mel do cemitério é mais doce” – T. L. Krauspenhar

O mel do cemitério é mais doce veio como uma grata surpresa para mim. Tive a oportunidade de ler o livro em uma leitura coletiva organizada pela LC Comunicação, que passei na seletiva. Ler em conjunto com o grupo fez a diferença, pois é sempre legal ver as experiências alheias de leitura, ver como cada um se sentiu.

Além disso, ainda tivemos a oportunidade de conversar com o autor T. L. Krauspenhar em uma live, que também nos aproximou ainda mais da história e nos fez guardar esse momento com tanto carinho.


“Carniceiras. Negras. Silenciosas.
O ferrão foi trocado por mandíbulas.
O néctar, pela morte.
Algumas abelhas buscam o perfume da decomposição.”


Leia também: Relato inspirado por orelhas, de Paula Febbe

Título: O mel do cemitério é mais doce
Trilogia Néctar Eterno #1
Autor: T. L. Krauspenhar
Quantidade de páginas: 337
Publicação Independente
Gênero:
 Ficção / Literatura Nacional / Sobrenatural / Terror psicológico
Ano: 2025
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Minha classificação: ★★★ (3/5)
* Livro cedido pelo autor

O que você faria para conquistar o amor da sua vida?

O ano é 1960, no sul do Brasil. Julieta é apaixonada por seu melhor amigo de infância, Josué, mas ele namora a linda (e mesquinha) Francisca, com quem Julieta não se dá nada bem. Francisca faz questão de afirmar, em todas as oportunidades que têm, como Josué é dela e sempre será somente dela, rebaixando Julieta e fazendo até mesmo bullying com a garota.

Nesse trio de jovens apaixonados, tudo é possível para conquistar o grande amor. Julieta prova isso quando faz um pacto para tirar Francisca de suas vidas e ter Josué para si, sem se importar com as consequências de tal ato. E sem imaginar que uma tragédia se transformará no centro de tudo, trazendo resultados nada esperados.

O mel do cemitério é mais doce é o primeiro livro de uma trilogia, onde o autor constrói e apresenta seus personagens envoltos de muita vingança, amor e ódio. Aqui, qualquer ação pode tornar tudo pior, transformando a vida dos três adolescentes em uma bola de neve de confusão e terror.


“Seria protagonista da sua própria história a partir de agora, como uma abelha rainha emergindo do favo, vibrando as asas pela primeira vez, pronta para voar sozinha.”

Reprodução: Biblioteca Pessoal

O mel do cemitério é mais doce traz pactos, amores verdadeiros e luto como base para uma narrativa cheia do fantástico

O mel do cemitério é mais doce foi uma leitura interessante que levou para caminhos que não esperava. Trouxe personagens carismáticos que me fizeram comprar as suas ideias e vinganças, me deixando dividida entre eles, e uma ambientação interessante dos anos 60, principalmente no sul. A cidade, o sotaque, os costumes, tudo foi bem colocado na narrativa e me fizeram entrar de cabeça na ambientação. Eu realmente me senti naquela época.

Além disso, também gostei de como o mel e as abelhas são essenciais para a história. As metáforas são fáceis de entender e fazem sentido com o enredo. Arrisco até em dizer que o mel e as abelhas também são personagens importantes, pois sem elas a história não anda e nem se faz.

Agora, algo que não me conquistou tanto foi a idade dos personagens. Sei que era em uma época diferente, mas às vezes os dramas adolescentes são demais para mim (isso em qualquer época, em qualquer narração). Então, quando eu não concordava muito com a ação de tal personagem, isso me distanciava dele.

Mas, independentemente disso, consegui aproveitar a leitura e até mesmo entender a vingança de cada um. Sigo curiosa para saber o que nos espera nos livros seguintes, já que esse terminou com um gancho ótimo para atiçar a ansiedade.

Vocês já conheciam essa obra nacional? 💬


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