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Eu joguei: Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn, com toda a certeza, entrou para a minha lista de games favoritos. Mesmo antes de finalizar a missão principal, eu tive a certeza de que Aloy e sua história ficariam comigo para sempre, independente de quantos games a mais eu jogasse futuramente ou quantas outras protagonistas eu conhecesse. Aloy me ensinou muitas coisas, entre elas um pouco sobre crenças, perseverança e amadurecimento. E por isso, hoje, eu compartilho com vocês todo o meu amor por ela.

Reprodução: Google

Assim que nasceu Aloy foi exilada de sua tribo. Cresceu aos cuidados de Rost, um homem bondoso que se prontificou pela criação e cuidados da menina. Sem saber o motivo de seu banimento e com o intuito de descobri-lo, Aloy, agora mais velha, dedica-se a treinar para participar do ritual de aprovação dos Nora, onde ao ganhador é respondido qualquer dúvida pelas matriarcas da tribo (e, ainda, tem o poder de se livrar do exílio).

Através de uma busca incessante por respostas e por maneiras de ajudar os Nora, Aloy é instruída a buscar por informações sobre o Eclipse, o mesmo bando que tentou lhe matar durante o ritual de aprovação. Com isso, descobre que eles cultuam uma entidade denominada Hades, mas por que e com qual finalidade?

No entanto o mundo de Aloy não é o mesmo que conhecemos atualmente. Em um cenário pós-apocalíptico, os personagens dessa história precisam sobreviver em um mundo cercado por perigosas máquinas. E em uma de suas buscas, ainda quando criança, Aloy encontra um dispositivo, o Foco, que a permite descobrir detalhes e pontos francos dessas máquinas e enxergar o seu mundo repleto de tecnologia e segredos.

São muitas perguntas e muitos caminhos à serem seguidos. As respostas não veem facilmente, por isso Aloy precisará se sacrificar para concluir seus objetivos e também necessitará crescer, para assim descobrir sobre si mesma.


Reprodução: Google
O amadurecimento de Aloy:

É perceptível que durante a história, ao conhecer novas tribos e novas pessoas, há um crescimento pessoal em Aloy e um amadurecimento de ideais e pensamentos. A protagonista tem contato com diferentes raças e classes sociais, aventurando-se ao lado de guerreiros desconhecidos e que, aos poucos, conquistam a confiança da garota.

O mais surpreende para mim não é exatamente esse crescimento, que é explorado de uma ótima forma, mas, sim, a jornada pela qual Aloy tem que passar para adquirir isso. O game não é feito apenas para “matar máquinas” ou escolher um lado da guerra, mas, pelo contrário, nos traz a alternativa de escolhas do que queremos ser e como decidiremos nossos atos. Será a base de um pensamento mais rígido ou através de uma atitude mais emocional? Pode pensar pensar com calma, pois você é quem decidirá o próximo passo da protagonista.

E, talvez, o mais impressionante é que o jogador cresce junto com ela. Nós rimos quando Aloy responde algo engraçado ou até mesmo irônico; choramos quando o momento é mais dramático e nos toca profundamente; lutamos quando a vida da protagonista (e a nossa própria) corre risco. Você torce, grita e se conecta à personagem de formas inexplicáveis.

O rico e vasto mundo de Horizon:

Horizon Zero Dawn não se trata apenas de uma história e sua protagonista, mas também impressiona quando o assunto é seu grande e majestoso mundo. Várias vezes durante o jogo eu o parei apenas para admirar a paisagem e os animais.

Horizon não foca apenas em um mundo repleto de máquinas, pelo contrário, explana com maestria as diversidades presentes nas tribos e como a crença – até mesmo cegamente – afeta de maneira diferente cada uma. Explora os costumes, os rituais e as lideranças, mesclando em um só mundo uma diversidade incrível e sem igual.

Horizon Zero Dawn me cativou de uma maneira que não havia experimentado antes. Aloy é apaixonante, forte e independente. Desde cedo aprendeu a explorar sozinha todas as matas e lugares de seu mundo, sempre aprendendo cada vez mais a cuidar de si mesma e não depender de ninguém – apesar de que as amizades futuramente sejam necessárias e satisfatórias para a protagonista.

Atualmente estou jogando a expansão The Frozen Wilds, e confesso que estou com medo de terminar. Mesmo que o mundo ainda continue lá para eu explorar e que uma continuação tenha sido praticamente confirmada, não sei o que faria dos meus dias longe de Aloy. A personagem já se tornou parte de mim, uma companhia insubstituível. Por isso, espero em breve poder desvendar uma nova missão e construir uma nova história ao lado dessa mulher.


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