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Minhas partes preferidas em Vingadores: Ultimato

Olá leitores!

Como dá para perceber ainda não consegui superar o hype e a maravilha que Vingadores: Ultimato é, e por isso o filme ainda é assunto recente nas minhas conversas. Porém, na maioria das vezes, tenho que me segurar para não falar dos detalhes cruciais do longa ou deixar soltar uma cena surpresa que poderá afetar na experiência da pessoa na hora de assisti-lo. 
 
Pensando nisso – e com uma ansiedade tremenda em dividir com vocês todo o meu amor por esse Vingadores – quis fazer um post onde pudesse desabafar (e surtar) sem me conter nos detalhes e no plot do filme, por isso saiba que esse post contém spoilers de Vingadores: Ultimato, então leia-o por sua conta e risco.
 
Reprodução: Google
Por mais que pequenos detalhes tenham me incomodado ao longo do filme, como a pequena participação da Capitã Marvel (que imaginei aparecer em mais cenas), não posso descrever em nenhum momento que tive uma experiência negativa ou abaixo da expectativa. Eu me surpreendi, ri e chorei


Adorei ver em como o Thor ficou devastado – e fora de forma – por conta de sua falha, mas que na hora da batalha final não se deixou ser abatido ou colocado para trás; eu vibrei quando o Capitão América lutou utilizando o mjolnir, uma cena que fez meus olhos brilharem de emoção e que também me fez sentir orgulho do meu vingador preferido; e gritei ainda mais ao ver a Valquíria em cima de seu Pégaso mostrando ainda mais de seu poder


O filme trouxe um misto de emoções dentro de mim e mesclou perfeitamente a utilidade de cada super-herói em tela. Não posso discorrer sobre as três horas inteiras de Vingadores, por isso irei me contentar em citar abaixo apenas as cenas que mais me fizeram vibrar no cinema. Será que foram as mesmas que as suas?

Capitã Marvel levando a manopla até o Homem-Formiga:

Sem dúvidas a cena em que o Homem-Aranha entrega a manopla para a Capitã Marvel e pergunta como ela irá ultrapassar os milhares de inimigos foi a parte do filme em que eu mais chorei e me arrepiei. Ver todas as heroínas reunidas – incluindo a Pepper com armadura – me fez perceber o quanto eu precisava daquele momento; me fez ter a certeza de que o meu sonho de criança foi finalmente realizado: a concretização da força feminina nos cinemas.


Todos nós sabemos que o espaço dado para as mulheres no MCU ainda não é o suficiente, mesmo que aos poucos – e bem aos poucos – isso esteja mudando. Como uma criança que cresceu vendo os desenhos de X-Men e Liga da Justiça, acompanhei algumas heroínas e vilãs ainda pequena, o que me deu esperança para um dia presenciar isso em maior escala e com mais potência. Por mais que, ao meu ver, Vingadores:Ultimato tenha seus altos e baixos em questão de representatividade, essa cena será o meu momento preferido por muitos e muitos anos.

Capitã Marvel resgatando Tony Stark e Nebulosa à deriva:

Muitas pessoas, ou melhor, muitos homens estão dizendo que a Capitã Marvel não serviu para nada em Vingadores: Ultimato, mas, então, eu te pergunto: o que seria de Tony Stark e Nebulosa se a nossa querida Carol Danvers não estivesse ali – assim como em várias cenas em que ela combate de frente o Thanos? Por acaso você já deixou o seu machismo de lado por hoje e entendeu que a Capitã Marvel é fundamental para o filme?


Confesso que eu não gostei muito da Capitã Marvel se dedicar a “cuidar” de outros planetas, tendo assim sua participação reduzida no longa, porém, pensando melhor agora, vejo que nisso houve um propósito, afinal, se ela não estivesse viajando pelos mundos como traria os dois personagens de volta? E é pensando nisso que consigo sentir a importância dessa cena e me sentir surpresa com o tamanho do seu poder.

Capitão América vivendo uma vida inteira com a Peggy Carter:

Mesmo aparecendo apenas em Capitão América – O Primeiro Vingador e tendo apenas duas temporadas de uma série própria, Peggy Carter é uma personagem importante para mim. Ela demonstra o poder que tem ao lutar contra os padrões da sociedade e ao se manter invicta como uma guerreira. Mesmo sem super poderes, ela luta e se mantém em pé; ela busca por melhorias em si e ao seu redor. Mas nunca esquecendo do seu grande amor, Steve Rogers.


Eu sempre gostei da química entre a Peggy e o Steve logo no primeiro filme, então ter esse desencontro entre as linhas temporais dos personagens era um sofrimento para mim, assim como para ambos. Ter um pequeno, mas singelo, deslumbre de uma vida dos dois juntos foi algo especial, algo que os dois mereciam. Ver o Capitão América velho, mas casado e feliz, me fez terminar o filme com um quentinho no coração e mais algumas lágrimas no rosto.

O reencontro de Tony Stark e Capitão América:

Embora em vários diálogos tenha ficado claro o contínuo desentendimento entre os dois e a repetição dos ideais opostos, os momentos em que os personagens aparecem juntos são marcantes e emocionantes. Dá para sentir a vibração constante entre os dois e perceber que, apesar das brigas, a amizade continua ali. O voto de confiança e o aperto de mãos prova isso e faz com que Tony Stark e Capitão América novamente lutem lado a lado, nos entregando assim, mais uma vez, um misto de alegria e emoção.

Ver todos os super-heróis reunidos:

Pela primeira vez pudemos presenciar todos os super-heróis reunidos ao mesmo tempo em um único lugar, e como dizer o quanto isso foi incrível? A cena final da batalha contra Thanos tirou o nosso fôlego e trouxe cenas incrivelmente emocionantes. Há mulheres lutando lado a lado, o reencontro dos que morreram em Guerra Infinita com os que permaneceram vivos, forças imensuráveis e inteligências além do padrão reunidas. Há gritos, choros e esperança. Concluindo assim, com esse fabuloso encontro, uma saga que nos fez feliz ao longo de dez anos.

 
Reprodução: Google
Independente das críticas e opiniões negativas, que são a minoria, Vingadores: Ultimato segue quebrando recordes antes mesmo de completar uma semana nos cinemas. Para mim, o filme se fez como um grande presente, a conclusão de um arco que merecia ser encerrado, que merecia um fim digno e especial.


Será difícil encarar os próximos filmes do MCU que não terão os nossos queridos vingadores que nos acompanharam durante uma década. Como encarar uma nova tecnologia sem ter Tony Stark para manuseá-la? Ou como admitir para si mesmo que o manto de Capitão América foi passado para Sam Wilson, outro personagem que merece todo o destaque na franquia? Como aceitar o sacrifício da Viúva Negra e a perda de uma heroína tão representativa?


Apesar desses pontos, tenho certeza que os próximos filmes (e a nova fase da MCU) trarão novos personagens preferidos e novos sentimentos conflitantes em todos nós. Como eu disse em meu post sem spoilers sobre Vingadores: Ultimato, não devemos encarar o longa como uma despedida ou um fim, mas, sim, como o desfecho de uma era e a execução de uma história espetacular.

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